21 outubro

O melhor da festa é esperar por ela

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Sinto-me assim hoje: preparando uma festa muito boa. Porque parei para ler pela primeira vez algumas partes do meu próximo livro – continuação do primeiro Casa da Chris, lançado em 2004 – um tempo muito, muito distante, como se diz na introdução de algumas histórias de fadas. Escrever livro é assim mesmo. Você escreve sem olhar pra trás, com medo de não gostar, de achar tudo horrível e de desistir antes mesmo de pegar o primeiro embalo. Pois hoje li e gostei. Li tudo muito picadinho. Um texto aqui, outro ali. Já fazendo os acertos iniciais, colocando no lugar letras que haviam se perdido na pressa de escrever, escrever e escrever para acabar tudo no prazo. Porque se não tiver prazo, a gente não termina nunca. Fica escrevendo uma palavra por dia e corre o risco de enjoar ou, pior, nem chegar ao ponto final. Ainda faltam muitas palavras além das tantas que li, reunidas em pequenas histórias recheadas de dicas para inventar os mais variados festejos no seu próprio lar. Mas já torço por antecipação (com a já famosa ansiedade pré-festa) para que você também goste. Sinta-se, portanto, convidada para esta festa!

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